Nova coparticipação entrará em vigor a partir de 1°/08

Entra em vigor, a partir de 1º de agosto, as alterações aprovadas pelo Conselho Deliberativo do TRT5-Saúde para o cálculo dos percentuais de coparticipação e da taxa administrativa do Saúde Caixa, que passará a ser de 20% para quem usá-la em Salvador. 

As novas regras da coparticipação, criadas para dar maior controle do uso do plano  e não sobrecarregar muito os valores das mensalidades, são as seguintes: as consultas continuam sendo 30% sobre a tabela de valores paga pela autogestão aos fornecedores e os procedimentos 10% - só que a partir de agosto próximo passa a valer também para emergência, internação, tratamentos quimioterápicos, entre outros.

Mesmo ampliando a coparticipação nos procedimentos, o plano criou gatilhos de controle para não haver endividamento dos titulares. Cada titular só pagará de coparticipação por ano o máximo de até R$ 2,4 mil, sendo que a este valor acrescenta-se mais 10% dele (R$ 240) por cada dependente. Por exemplo, se o titular tem dois dependentes, o teto dele de pagamento por ano de coparticipação será de R$ 2.880,00 (R$ 2,4 mil dele + R$ 240 de cada dependente).

Como a nova coparticipação passa a valer somente a partir de 1º de agosto, o ano de 2022 terá uma conta diferente do que foi planejado: o teto familiar (do titular) será de R$ 1 mil.

Há também um teto para a cobrança da taxa administrativa de quem usar o Saúde Caixa em Salvador, onde o plano tem rede própria credenciada. Foi definido o valor máximo de cobrança por ano de R$ 4.741,80, calculado da seguinte forma: será sempre 30 vezes a menor mensalidade cobrada pelo plano naquele período. Atualmente a menor mensalidade é de R$ 158,06, que multiplicada por 30 chega-se ao teto. Como no cálculo do teto da coparticipação, o teto da taxa administrativa acrescenta 10% (R$ 474,18) para cada dependente.

Entre as novas regras, também ficaram estabelecidas algumas isenções da taxa administrativa, que são: quando a especialidade, o serviço ou o procedimento não for coberto pela rede própria do TRT5-Saúde em Salvador; em caso de atendimento em emergência e urgência em prestador não credenciado diretamente ao TRT5-Saúde; se o saldo ultrapassar o limite anual previsto do teto de R$ 4.741,80.